Dia internacional da Igualdade Feminina

 

DiainternacionaldaIgualdadeFeminina

 

Fica aqui a minha homenagem a todas as mulheres de Juína e de todo o Brasil.

A luta pela igualdade feminina ficou marcada nos séculos passados, com diversos movimentos sociais que ficaram marcados na história da humanidade. A mulher, que no passado recebia atribuições apenas no circulo residencial como dona de casa, hoje vem conquistando mais espaço e igualdade social.

A violência contra a mulher ainda é significante em nossa sociedade, onde muitos com comportamento machista impõem o direito de propriedade sobre um ser humano que foi criado com os mesmos direitos que qualquer outro ser vivo. A mulher ainda sofre muita discriminação, violência sexual, violência moral, física e psíquica dentro do seu circulo familiar. Mas a cada dia vemos avanço na luta contra as desigualdades. Olhando para o passado ficamos felizes pelas conquistas. Pensando neste contexto evolutivo, vamos destacar algumas conquistas das mulheres no Brasil:

1827 – Surge a primeira lei sobre educação das mulheres, permitindo que elas freqüentassem as escolas elementares.  Ainda ficava proibido freqüentar instituições de ensino mais adiantado.

1879 – A mulher tem autorização do governo para estudar em instituições de ensino superior. Porém ainda eram criticadas pela sociedade.

1885 – Chiquinha Gonzaga, primeira mulher do Brasil a estar à frente de uma orquestra.

1887 – Formou-se a primeira médica no Brasil – Rita lobato velho.

1917 – A professora Deolinda Daltro, fundadora do partido republicano feminino lidera uma passeata exigindo a extensão do voto para as mulheres.

1932 – Getúlio Vargas promulga o novo código eleitoral, garantindo finalmente o direito de voto às mulheres brasileiras.

1933 – Nas eleições para a assembléia constituinte foi eleita a primeira mulher, Carlota Pereira Queiroz, para legislar em meio a 214 deputados.

1937-1945 – O estado novo criou o decreto 3199 que proibia as mulheres praticar esportes tais como: luta de qualquer natureza, futebol em todas as modalidades. Somente em 1948 que uma mulher foi incluída na delegação olímpica brasileira.

1979 – Eunice Michilles, primeira mulher a ocupar o cargo de senadora.

1980 – Criação de centros de autodefesa, para coibir a violência contra a mulher com o lema: quem ama não mata.

1983 – Criação do PAISM – programa de atenção integral à saúde da mulher.

1985 – Surge a primeira delegacia de atendimento à mulher em São Paulo.

1988 – Através da constituição federal, as mulheres obtêm avanços garantindo igualdade a direitos e obrigações entre homens e mulheres.

1996 – Primeira mulher a ocupar a presidência da academia brasileira de letras, Nélida Piñon.

2002 – Novo código civil descriminalizando o adultério feminino.

2006 – Criada a lei 11340 – batizada como LEI MARIA DA PENHA, em homenagem há uma mulher cearense que ficou tetraplégica após sucessivas violências sofridas pelo seu então companheiro.

2010 – Eleita a primeira mulher presidente do Brasil nas eleições de novembro deste ano.  Em 500 anos de história, não havia acontecido uma representatividade feminina no eleitorado de nosso país. (Dilma Rousseff)

Muitos outros fatos marcantes aconteceram em nosso país neste inicio de século XXI e no século passado, porém fica muito difícil enumerá-los todos, mas o que fica na nossa memória não são exclusivamente as datas dos acontecimentos, mas o que aconteceu e o benefício que isto trouxe para os brasileiros e brasileiras.

A luta pela igualdade social nunca chegará a seu fim, porque sempre haverá opositores aos bons relacionamentos entre homens e mulheres. O que importa é que a mulher cada vez é mais valorizada, não só como um ser indispensável na satisfação dos prazeres do homem, mas também como um ser indispensável na vida de todos os seres humanos. Acredito que é impossível obtermos um desenvolvimento harmônico globalizado sem a presença feminina.

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