Dia do Excepcional

Várias tentativas têm sido feitas para melhor definir o termo “criança excepcional”. Alguns utilizam esse termo para se referirem a uma criança que possui uma inteligência ou um talento pouco comum. No entanto, o termo tem sido geralmente empregado para designar tanto a criança deficiente quanto a talentosa. Mas a definição melhor assimilada é a que afirma ser a criança excepcional toda aquela que difere da maioria das crianças.

As crianças excepcionais são com freqüência agrupadas para facilitar a comunicação entre os profissionais:
1. Desvios mentais: crianças intelectualmente superiores ou intelectualmente inferiores;|
2. Deficiências sensoriais: crianças com deficiências auditivas e/ou deficiências visuais;|
3. Desordens de comunicação: crianças com distúrbio emocional e/ou desajustamento social;|
4. Deficiências múltiplas e graves: crianças com paralisia cerebral e retardamento mental, surdez e cegueira, deficiências físicas e/ou intelectuais graves.

A principal tarefa dos pais, dos professores e de todos que se relacionam com as crianças excepcionais é evitar a segregação, seja de que tipo for. Infelizmente, a surpresa ou certo constrangimento, causados inicialmente por algumas deficiências, faz com que as pessoas se fixem nisso e não consigam “enxergar” que estão diante de uma pessoa integral com necessidades, aspirações, qualidades e defeitos. Resta, pois, que se construa uma sociedade verdadeiramente democrática, que possibilite a educação sem restrições, em obediência a Constituição Federal, que preceitua em seu artigo 3o, incisos I e IV: “construir uma sociedade livre, justa e solidária”; “promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

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